Sequestro e Assassinato de Cidadãos Estadunidenses nas Filipinas

O programa RPJ pagou uma recompensa de 5 milhões de dólares a vários indivíduos que forneceram informações sobre o líder do Grupo Abu Sayyaf (GAS), Khadaffy Janjalani. Em 7 de junho de 2007, o embaixador dos EUA nas Filipinas presidiu a seção de apresentação da recompensa aos indivíduos em uma cerimônia pública na ilha de Jolo.
Khadaffy Janjalani estava entre os líderes de mais alto escalão da organização terrorista GAS, sediada nas Filipinas. Janjalani foi responsável pelos sequestros e mortes de cidadãos filipinos e estadunidenses. Este estava ligado aos sequestros de Martin e Gracia Burnham e de outros dois cidadãos estadunidenses e participou diretamente da decapitação do cidadão estadunidense Guillermo Sobero. Janjalani também planejou e executou muitos ataques contra os interesses dos EUA, como planos de ataques contra a Embaixada dos EUA em Manila, o naufrágio do Superferry 14 em fevereiro de 2004 e os três atentados à bomba do Dia dos Namorados de 2005, que, no total, mataram ou feriram centenas de pessoas inocentes.
Em 4 de setembro de 2006, as Forças Armadas das Filipinas, agindo com base em informações fornecidas por vários indivíduos, realizou uma operação para capturar Janjalani. Durante a operação, Janjalani teria sido gravemente ferido, mas escapou. Nos meses seguintes, surgiram rumores da morte de Janjalani. No final de janeiro de 2007, dois indivíduos apresentaram informações sobre a localização do corpo de Janjalani. Depois de realizar testes de DNA, o FBI confirmou que Janjalani estava, de fato, morto. Todas as informações fornecidas por esses indivíduos mostraram-se vitais para a localização e eventual identificação de Janjalani.
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