Al-Qaeda no Iraque (AQI)

Próximo ao Leste - Norte da África e Oriente Médio

Recompensa

Faça a sua parte

Sobre

A Al-Qaeda no Iraque (AQI) foi criada em 2004 pelo terrorista já falecido Abu Mus’ab al-Zarqawi, que jurou fidelidade de seu grupo ao líder da Al-Qaeda (AQ), Osama bin Laden. Na década de 1990, al-Zarqawi organizou o grupo terrorista al-Tawhid wal-Jihad — a organização antecessora da AQI — para se opor à presença das forças militares estadunidenses e ocidentais no mundo islâmico e ao apoio do Ocidente e à existência de Israel. Al-Zarqawi viajou para o Iraque durante a Operação Iraqi Freedom — a invasão do Iraque por uma coalizão, liderada pelos EUA, de mais de 40 nações — e liderou seu grupo contra as forças dos EUA e da Coalizão até sua morte em junho de 2006. A AQI teve como alvo as forças da Coalizão e do Iraque e civis para pressionar estrangeiros a deixar o país, reduzir o apoio popular iraquiano aos Estados Unidos e ao governo iraquiano e atrair recrutas. Em outubro de 2006, a AQI mudou de nome publicamente, passando a se chamar Estado Islâmico do Iraque. O grupo se tornou o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EI) em 2013, depois que se desassociou da AQ.

Em 17 de dezembro de 2004, e sob a seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade e suas alterações, o Departamento de Estado dos EUA classificou a AQI (agora conhecida como EI) como Organização Terrorista Estrangeira. Em 15 de outubro de 2004, e de acordo com a Ordem Executiva 13224 e suas alterações, o Departamento de Estado dos EUA classificou a AQI como Terrorista Global Especialmente Designada. Como resultado, todos os bens e participações do EI sujeitos à jurisdição dos EUA foram bloqueados. Além disso, cidadãos e entidades estadunidenses, bem como pessoas residentes nos EUA e fundos e patrimônios regidos pelas leis dos EUA, estão proibidos de se envolver em qualquer tipo de transação com o EI. Ademais, é crime sabidamente fornecer, tentar ou conspirar para fornecer apoio ou recursos materiais ao EI.

Acessar o conteúdo