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O programa Recompensas pela Justiça está oferecendo uma recompensa de até 5 milhões de dólares por informações sobre o atentado ao voo 103 da Pan Am. Em 21 de dezembro de 1988, o voo 103 da Pan Am, um Boeing 747 que viajava do aeroporto de Heathrow, em Londres, para o aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, foi destruído quando voava sobre a cidade de Lockerbie, na Escócia, quando um dispositivo explosivo improvisado, escondido em uma bagagem, detonou. A explosão matou todos os 259 passageiros e tripulantes a bordo, incluindo 190 cidadãos estadunidenses e 11 residentes da região no solo. O atentado, planejado e executado por agentes de inteligência líbios, foi o maior ataque terrorista contra cidadãos estadunidenses antes dos atentados de 11 de setembro de 2001. Além disso, o atentado continua a ser o ataque terrorista mais mortal da história do Reino Unido.

Imediatamente após o atentado, as polícias escocesa e estadunidense empreenderam uma investigação conjunta. Em novembro de 1991, as autoridades apresentaram acusações criminais nos Estados Unidos e na Escócia contra os agentes de inteligência líbios Abdel Baset Ali al-Megrahi e Lamen Khalifa Fhimah.
Em 31 de janeiro de 2001, al-Megrahi foi condenado por todas as acusações, e Fhimah foi absolvido. Al-Megrahi recebeu uma sentença obrigatória de prisão perpétua. Em agosto de 2009, ele foi libertado da prisão após ter tido sua pena comutada por razões humanitárias por ter sido diagnosticado com câncer terminal. Al-Megrahi morreu em casa, na Líbia, em maio de 2012.
Em 21 de dezembro de 2020, o Departamento de Justiça dos EUA anunciou novas acusações contra um ex-agente da inteligência líbia, Abu Agela Mas’ud Kheir al-Marimi, por seu papel no atentado.
